Projetos de Extensão

Projeto: Um Mundo à Beira Mar

O projeto de extensão Um Mundo à Beira Mar tem por objetivo capacitar professores da rede de ensino de Florianópolis, organizar material didático e dar suporte à prática pedagógica em ecossistemas marinho-costeiros, considerando que estes são laboratórios livres para a atividade inter-  e transdisciplinar. Este projeto existe desde 2009 e capacitou mais de 300 professores até 2012. Atualmente, o projeto está sendo desenvolvido na EEB-Padre Anchienta, onde o planejamento anual da escola foi elaborado com temas relevantes para o ambiente marinho local, os quais são aplicados à formação transdisciplinar dos alunos do 1º e 2º grau. Os professores do ensino básico estão trabalhando com o projeto Lixo: da casa ao oceano  e os do ensino fundamental e médio estão com o projeto Ponta do Coral, do ecossistema à  gestão costeira.

Vídeo  produzido por um aluno da oceano sobre a aula de campo com os professores durante o curso de capacitação: https://vimeo.com/29903866

Este projeto também dá apoio às atividades da Escola do Mar, que é uma atividade coordenada pela Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis.

Maiores informações: http://biogeoqmar.paginas.ufsc.br/extensao/

Página do projeto no sistema moodle, onde estão disponíveis materiais didáticos e de apoio educacional: http://www.mundoabeiramar.ufsc.br/.

Em 2010 foi publicado um artigo apresentando os resultados do primeiro curso de capacitação deste projeto: Fonseca, Alessandra L. D. ; PAGLIOSA, Paulo R ; BITTENCOURT, V. ; PEREIRA, B. . UM MUNDO À BEIRA MAR, CURSO DE CAPACITAÇÃO E ALTERNATIVAS DIDÁTICAS, UMA PARCERIA COM A ESCOLA DO MAR.. Extensio (Florianópolis), v. 7, p. 1-8, 2010.

Atualmente, este projeto tem a participação de 25 alunos de graduação, dois dos quais estão desenvolvendo seus TCCs na temática da educação ambiental marinho-costeira.

 

Projeto: Observatório do Litoral Catarinense 

O Observatório do Litoral Catarinense tem como objetivos organizar e coordenar uma rede de apoio técnico-científico ao Ministério Público Federal e Estadual, tendo em vista a promoção de um estilo de gestão democrático-participativa de conflitos relacionados à apropriação dos recursos ambientais existentes na zona costeira e o consequente fortalecimento da cidadania ambiental no País (Fonte: http://observatoriodolitoral.ufsc.br/). Neste contexto, foi desenvolvido em 2016 o projeto Análise do EIA-RIMA do Projeto Porto Baleia (Guarda do Embaú/SC) com a participação de alunos da graduação e que permitiu a leitura e análise do EIA-RIMA para a compreensão das falhas técnicas e reavaliação das reais dimensões dos impactos deste empreendimento.  Além das análises, os alunos participaram das reuniões técnicas com demais profissionais, Promotor de Justiça (MPE) e Procurador  Federal (MPF) envolvidos no processo (vide imagens). Este projeto finalizou com a publicação de um resumo expandido no GIAL 2016, que ocorreu em Florianópolis.

 

Núcleo de Educação Ambiental Marinho-Costeiro

Este grupo foi formado em abril de 2017 e está sob coordenação da Prof.ª Alessandra Fonseca e alunos do Curso de Graduação em Oceanografia. Neste ano, o grupo irá trabalhar em três projetos:
1. Apoio às atividades da Escola do Mar – EM (Secretaria Municipal de Educação), que visa organizar materiais e práticas para as atividades embarcadas e em terra da EM;
2. Educação Ambiental em Escolas Públicas de Florianópolis: organizar atividades sobre diversos temas de relevância local e regional para promover a EA com alunos da rede pública;
3. LIXO paraQuê vira arte paraTodos. A arte do lixo/plástico entra como movimento de alerta às alterações que o planeta vem sofrendo. A atividade do homem pós-industrial que afetou tanto o sistema planetário que justificou se criar um novo período geológico, o Antropoceno.  Auxiliaremos nas campanhas de limpeza de praia e o lixo coletado (toneladas) servirá de matéria prima a esta proposta…o resultado será arte (vídeo, escultura, fotografia, teatro…) para se fazer refletir sobre o que temos causado ao meio ambiente.

Projeto: UFSC Sem Plástico 

O uso do plástico é constante em no cotidiano incluindo desde embalagens, descartáveis, vestuário a construção civil, agropecuária, entre outros. Devido a características de resistência, praticidade e durabilidade, há uma grande demanda por esse material que, no ano de 2016, alcançou 322 milhões de toneladas. A ampla gama de utilização dos materiais plásticos aliada a insuficiência dos instrumentos de tratamento após o seu uso, fazem com que esse material se configure como problema ambiental e que a sua durabilidade contribua para que seus detritos estejam presentes em ecossistemas de todo o mundo. O Campus UFSC Reitor João David Ferreira Lima, Florianópolis, possui em torno de 70 mil pessoas e, só no ano de 2015,  consumiu 1 338 500 copos descartáveis não reciclados (http://ufscsustentavel.ufsc.br). Dessa forma, o Projeto  UFSC Sem Plástico tem como objetivo tornar o ambiente universitário, assim  como todas as pessoas que frequentam o campus mais consciente de sua responsabilidade ambiental a partir da redução e substituição de descartáveis a fim de erradicá-los. O presente projeto contribuirá com a rede UFSC Sustentável e conta com o  apoio e alinhamento do Centro de Gestão Ambiental (CGA). Além disso, o UFSC Sem Plástico contribui para a UFSC atingir seus objetivos de Universidade Lixo Zero (UFSC assinou o Protocolo de Intenções e compromisso da Rede de Cooperação Acadêmica Lixo Zero em Fevereiro de 2018).  Os objetivos do projeto, incluem, mas não se limitam a: 1) Mapeamento das cantinas da UFSC; 2) Desenvolvimento da carta de conscientização para as cantinas quanto ao uso de descartáveis; 3) Desenvolvimento do Selo Cantina Consciente com monitoramento e fiscalização das mudanças propostas; 4) Realização de parcerias com centros acadêmicos, atléticas, empresas juniores, DCE a fim de manter a proximidade com os alunos e fortalecer as ações do projeto; 5) Realização de eventos com o objetivo de informar e conscientizar. Os resultados esperados incluem: 1) Promoção de eventos sem o uso de descartáveis; 2) Erradicação de canudos descartáveis no campus;, 3) Redução da compra de descartáveis; 4) Oferecimento, por parte das cantinas, para toda opção de descartável uma opção reutilizável; 5) Conscientização da comunidade universitária quanto ao impacto ambiental do plástico e mudança na cultura de consumo; 6) Incentivar e servir de exemplos para que outras universidades realizem projetos similares.